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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Oração para os animais

 Você acha que os animais, sejam ou não nossos, sejam selvagens ou domésticos, merecem ser lembrados em nossas orações?
Essa é a minha cadelinha Batatinha que nos deixou ontem .


   Para  minha Batatinha

 Há quem acredite que os animais são anjos disfarçados, mandados a terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade. A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de
caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser uma boa pessoa. 




Sheyd (Pulgas), meu cãozinho e a Batatinha

E eu estou fazendo esse post em memória de minha cadelinha Batatinha, que morreu ontem a tarde, dia 9 de setembro de 2011, depois de lutar muito contra uma doença maldita chamada cinomose, que levou a vida de um bichinho lindo que ´veio ao mundo por apenas três meses, somente para trazer alegria a todos que tiveram o prazer de estar perto dela!
Realmente, a Batatinha era um anjinho...


Batatinha, minha cadelinha linda!



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  ORAÇÃO DOS ANIMAIS

Meu São Francisco de Assis
Protetor dos animais
Olhai por nós que rogamos
Vossa bênção e muita paz.

Olhai os abandonados
Sofrendo agruras nas ruas
E os que puxam carroças
Açoitados nas ancas nuas.

Pelos pobres passarinhos
Que não podem mais voar
Presos em rudes gaiolas
Só porque sabem cantar.

E as cobaias de laboratório
Que sofrem dores atrozes
Em experiências terríveis
  Que lhes impõem seus algozes.

Pelos que são abatidos
Em matadouros insanos
Olhai os que são perseguidos Para servir de alimento
Aos que se dizem humanos

                               
Sem piedade nas florestas
Só por causa da ambição
Dessas caçadas funestas.

Pelos animais de circo
Que não têm mais liberdade
Presos em jaulas minúsculas
À mercê de crueldade.

Olhai os bois de rodeio
E os sangrados nas touradas
Barbárie e crimes impostos
Por pessoas desalmadas.

Pelos que têm de lutar
Até a morte nas rinhas
Quando o homem faz apostas
Em transações tão mesquinhas.
 


Olhai para os que são mortos
Nos macabros rituais
Em altares religiosos
Que usam sangue de animais.


Meu bondoso protetor
Oro a vós por meus irmãos
Para que sua dor e tristeza
Não sejam sofrimentos vãos
(Ivana Maria França de Negri)



                              PRECE DO CÃO ABANDONADO

Sabe, Pai, ainda não entendi. Viemos à praça, pensei ser um passeio. Estranhei, pois ele não tinha esse hábito, mas fui feliz.
Lá chegando, me deu as costas, entrou no carro e nem disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que fazer. Ainda tentei segui-lo, mas o carro era muito rápido...
Vaguei assustado pelas redondezas... Às vezes parava no mesmo lugar, sempre com a esperança de que meu dono voltasse para me buscar. Muitos dias se passaram e as
noites pareciam não terminar. Custei muito a acreditar que ele realmente tinha ali me deixado.
Que teria eu feito de tão mal, para desprezar assim o amor de um animal?
À noite, quando ele chegava, abanava o rabo, feliz, mesmo que ele nunca viesse ao quintal me ver.
Às vezes eu latia, mas tinha pessoas estranhas no portão, não podia deixá-las entrar sem avisar meu dono. Quem sabe foi minha dona que mandou, devia estar lhe dando trabalho.
Como sinto saudades das crianças! Elas me adoravam! Puxavam-me a cauda, às vezes. Eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos novamente. Devem ter dito que fugi,
provavelmente em busca de uma aventura e não soube voltar. Imagino que tenham chorado, pois realmente me amavam, como eu ainda as amo.
Hoje só bebo água suja. Estou magro e faminto. Meus pêlos já caíram quase todos e ainda fui atropelado por não saber andar nas ruas.
Não sei se por sorte ou por azar eu ainda pude andar. Sabe, Pai, faz muito frio à noite, no canto de chão molhado que arrumei para ficar.
Creio que ainda hoje vou me encontrar Contigo. Peço-vos, então, não mais por mim, mas pelos meus irmãozinhos, pois sei que aí no céu a maldade dos Homens não vai
mais me alcançar:
Lupita, a gatinha do meu filho
Mande-lhes pessoas que tenham deles compaixão pois, como eu, sozinhos e abandonados não mais viverão.
Amenize-lhes o frio, igual ao que agora sinto, com o calor dos atos de pessoas abençoadas.
Diminui-lhes a fome, tal qual a que sinto, com o alimento do amor que me foi negado.
Mata-lhes a sede de todos os momentos, com água pura de Teus ensinamentos transmitidos ao Homem.
Alivia-lhes a dor das doenças, afastando a ignorância da Terra que vem da ignorância dos Homens.
Ampara as cachorrinhas prenhas que verão suas crias morrerem de fome, frio e pestes, sem nada poderem fazer.
Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em atos apregoados como religiosos, em laboratórios e tudo o mais, tirando das mãos humanas o desprezo ao que
Lupita e Batatinha
 por Ti foi também criado.
Abranda a tristeza dos que, como eu, foram também abandonados, pois entre todos os males foi esse o que mais me doeu...
Recebe então, Pai, nesta noite gélida, a minha Alma, pois não será mais meu o sofrimento, mas dos que ficarem, e por eles vos peço.
(Autor desconhecido)

Sheyd e Batatinha
           ORAÇÃO DA PAZ -  São Francisco de Assis

Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.


Sheyd, batatinha e Lupita